terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Que civilização é essa?

A violência urbana desde que se instalou no Rio nunca mais a deixou em paz, a não ser aliviar as estatísticas do crime, voltou a recrudescer com arrastões de roubos nas praias cariocas e assaltos em outros locais da cidade, ceifando vidas como a do universitário concluinte Alex Bastos, em Botafogo, zona sul.

Já passa da hora do governo federal em parceria com os Estados cuidar firmemente da violência urbana, uma questão recorrente nas grandes cidades brasileiras. A corrupção afeta sem precedente o governo do PT, que parece não ter tempo de cuidar de outras questões como a da insegurança.

Nem mesmo a uma praia carioca se pode ir com tranquilidade, porque ladrões fazem arrastões, como ocorreu neste domingo, em Ipanema, na zona sul carioca. Será que vivemos hoje a civilização do medo? Ao menos a da insegurança nas cidades é verdade. O Rio não é um caso isolado.

Enquanto na Europa e Estados Unidos o problema é o terror islâmico ou outro rótulo que se queira dar a atos praticados por fanáticos insanos, no Brasil a questão é mais de assaltos e homicídios. De balas perdidas e sequestres, de estupros, de casos homofóbicos a explosões em agências bancárias.
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Estacionamentos e lava-jatos

É verdade que, à medida que a frota circulante de veículos aumenta, as vagas em estacionamentos tornam-se mais raras e caras por toda a cidade, aqui em Natal. Nos centros comerciais, shoppings, supermercados e áreas de agências bancárias, restaurantes e barzinhos.

Novos estacionamentos são abertos em terrenos desocupados o que rende um bom dinheiro, além da valorização da área sem construção ainda. Não é possível é colocar o carro em calçadas, tomando o espaço dos pedestres. Isso merece multa, sim. A calçada é do pedestre e não dos carros.

Mas além da falta de estacionamento, nota-se que também são raros os lava-jatos para a demanda de carros hoje em dia. Nesta segunda-feira fui bem a uns três distantes um do outro e  encontrei todos, literalmente, lotados sem vagas mais para o turno da manhã. Quem quisesse lavar o carro, que voltasse à tarde.

Se for assim, também é negócio abrir um lava-jato na cidade em área que existe demanda. Lavar carro por aí também custa caro e depende do tamanho do automóvel e o que se vai fazer. Cada lava-jato emprega de três a cinco pessoas para dar conta do serviço.

Além desses locais para limpar automóveis, ainda existem os lavadores de carros em áreas públicas de estacionamento de veículos. Na rua lavar um carro ou passar água no veículo custa bem menos, é claro, porém o serviço não é o mesmo do lava-jato, mais completo e eficiente.

O que não se admite mais é um terreno baldio sem servir para nada, com tanta demanda por serviços, desde a construção do imóvel até um estacionamento ou lava-jato. O poder público deve incentivar o uso do terreno para algum tipo de utilidade.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Aqui e alhures

Em Paris, na França, milhares vão às ruas neste domingo (11), no desdobramento do grave acontecimento terrorista da semana, que teve como consequência trágica a morte de 17 pessoas, inclusive 12 delas do semanário de humor satírico "Charlie Hebdo", executadas por extremistas islâmicos.

O website da BBC Brasil relata que cerca de 700 mil pessoas neste domingo foram as ruas das principais cidades francesas, em repúdio aos ataques de fanáticos da religião islâmica.

Esses terroristas acabam como ocorreu neste episódio na França: mortos ou em prisão perpétua. Na França, os três acusados dos ataques morreram em confronto com a polícia francesa. A França – ou o mundo – está assim livre de novos atos extremos? Claro que não, toda vigilância é pouca.

No Brasil, em São Paulo e Rio de Janeiro, os protestos de rua contra aumento de passagens no transporte coletivo faz voltar as manifestações nestas capitais brasileiras, com cenas de confronto e depredação na sexta-feira passada, conta a BBC Brasil ao mundo.

E assim caminha a humanidade e terminamos esta semana de janeiro de 2015.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Policiamento nas ruas

A primeira impressão que me veio hoje, sábado, ao sair à rua, é que temos mais policiamento por aí, aqui em Natal. Ao menos em algumas áreas, pois topei com um carro de polícia passando em Neópolis, e mais adiante, em Capim Macio, outro carro passou por onde eu estava estacionado. Em seguida, estacionei num supermercado e vizinho a um posto de policiamento que estava com policiais lá dentro de serviço. Tudo funcionando como deve ser, ou seja, a polícia nas ruas. Pode até ser só impressão, pois é muito cedo para avaliar as ações do novo governo do Rio Grande do Norte. Mas estou confiante que na área de segurança pública as coisas vão melhorar, não da noite para o dia como todo mundo quer, porém com o tempo os índices de criminalidade devem ceder aos poucos. Natal está precisando demais dar uma aliviada nas estatísticas do crime. Hoje é sábado, fim de semana, dia de pegar leve, portanto, de escrever menos do que na semana. Fico por aqui.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Antecipando-se às chuvas

Já vi notícia dando conta de que a Prefeitura de Natal está se antecipando às chuvas e cuidando da limpeza  das lagoas de captação de água. Faz bem assim como desobstruir as galerias pluviais da cidade para que a drenagem funcione sem problemas quando as chuvas vierem.

É evidente que medidas preventivas devem ser tomadas a tempo de evitar maiores transtornos nas chuvas de verão ou no inverno. O que se tem visto pela televisão na capital São Paulo é assustador. Quando o volume de água vem com os temporais é como se áreas de bairros virassem um mar – ou um rio?

Tudo acontece em poucas horas de chuva porque faltam estruturas de drenagem nas metrópoles que deem vazão ao volumoso aguaceiro das pesadas chuvas, que no Sudeste ocorrem muito no verão. Graças a Deus, aqui pelo Nordeste essas chuvas de verão não ocorrem com a mesma intensidade.

Contudo, aqui em Natal, por exemplo, no inverno em junho, como aconteceu no ano passado durante a Copa do Mundo, as chuvas intensas podem causar grandes transtornos. Foi o que ocorreu no bairro de Mãe Luíza, na zona leste natalense, em junho passado.

Então, planejar a cidade para o período de chuvas pode evitar inundações, pontos críticos de alagamento e congestionamentos de trânsito. Uma drenagem que funcione na hora que se precisa é tudo para atenuar o caos que os temporais podem causar em áreas desprevenidas.

Chuva é bom porque ameniza a temperatura e se precisa encher reservatórios hídricos. Mas quando vem em quantidade desnecessária dá medo pelos sérios problemas que causa, sobretudo em cidades grandes despreparadas. No sertão faz falta para a sobrevivência humana e dos animais.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

O terrorismo no mundo

A semana vai se vencendo sem nenhuma grande novidade no plano nacional e, em particular, aqui no Rio Grande do Norte no plano estadual. A não ser das primeiras movimentações do novo governo potiguar, agora tocado pelo governador Robinson Faria (PDS).

No entanto, o mundo ainda continua perplexo com a repercussão do ato terrorista contra o semanário Charlie Hebdo, em Paris, na França, que assassinou barbaramente 12 pessoas de sua redação, ação criminosa praticada por extremistas islâmicos.

Um ato só comparado ao desvario do ataque às torres gêmeas do World Trade Center em 11 de setembro de 2001 em Nova York, nos Estados Unidos, pela Al Qaeda. O pior é que esses atos terroristas podem acontecer em qualquer parte do mundo. Nenhum país está livre desses insanos.

Foi uma triste notícia de impacto mundial para a semana deste início de janeiro. As forças policiais francesas estão empenhadas em caçar a todo custo os culpados por essa tragédia que atingiu um jornal de humor satírico, matando quatro de seus principais cartunistas.
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TRAGÉDIA DA PANDEMIA

Com cerca de 300 mil mortos no Brasil pelo coronavírus, e um recorde em 24 horas de mais de 3.000 óbitos, a pandemia se tornou uma tragédia ...

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