sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Eis a questão: a folha de pagamento

Se estamos entrando novembro, sem que o governo Rosalba Ciarlini (DEM) tenha conseguido ao menos colocar em dia a folha de pagamento dos servidores do Rio Grande do Norte, atrasos que ocorrem em sua gestão estadual, como ela vai cumprir com a palavra de pôr em ordem essa questão?

Simplesmente, seu governo falta pagar o restante de outubro, mais novembro que se vencerá mais adiante, em seguida vem os 80% do 13º salário ainda não pago e mais o mês normal de dezembro. Ora, se não fez o dever de casa até aqui, como acreditar que fará até o fim deste ano?

O novo governo que assumirá em 1º de janeiro se prepare: vai sobrar pra ele resolver a incompetência administrativa do governo rosaldista.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O que vem agora?

Passando em torno do posto policial que deveria funcionar como Polícia do Bairro, em minhas caminhadas matinais na praça central onde moro, aqui em Natal, fico a imaginar o que vem agora após este fracasso de projeto na segurança pública dos bairros natalenses.

A pequena estrutura de alvenaria está lá fechada a maior parte do tempo sem policiais. Serve apenas de ponto de apoio para alguma equipe passar por lá, fazer uma refeição talvez, trocar uma roupa ou descansar um pouco. O bairro não pode contar permanentemente com essa estrutura que vive de porta fechada.

No início até que funcionava em tempos atrás, em outro governo. A falta de efetivo policial e investimento na segurança pública do Rio Grande do Norte terminaram por desmobilizar esse e outros postos policiais da chamada Polícia do Bairro cujo projeto não vingou.

O novo governo que se instalará a partir de janeiro próximo, assumiu um compromisso com o povo de priorizar sobretudo a segurança pública no combate à criminalidade crescente. Fico a pensar: que nova nomenclatura dará denominação ao projeto dos bairros?

Fala-se em Ronda do Quarteirão, Polícia Cidadã, e por aí vai o que se espera nessa área. Na verdade, mais vale as ações que serão desenvolvidas na prática do que qualquer nome de projeto que se dê a partir de lá. Aguardemos que projetos eficientes substituam a politicagem de nomenclaturas que não funcionam.

Que seja mesmo Policia do Bairro, Ronda do Quarteirão, Polícia Cidadã ou a volta da dupla Cosme e Damião! Mais importante é que funcione bem na prática. Todo o resto é dispensável.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Governo aquartelado

Principal assessora do governador eleito do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), na campanha, a advogada Tatiana Mendes, em entrevista a uma televisão, comparou a um aquartelamento do governo Rosalba Ciarlini (DEM) durante período em que está governando o Estado.

Em outras palavra ela quis dizer que o grupo governista se alojou no poder, sob comando do marido da governadora, ex-deputado Carlos Augusto Rosado, isolando-se, sem buscar o diálogo, e sem avançar nas articulações políticas. Daí o retumbante fracasso.

Nesse sentido, o grupo fechou-se no governo e passou a desconfiar de tudo e de todos, conforme ouvi de um político na televisão. De fato, foi o que se viu até hoje.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

COLUNA Fatos e Notas



RUI RICARDO Aí na foto como mestre de cerimônia
no prêmio Top of Mind da revista FOCO

Talento potiguar do rádio
Uma vida inteira dedicada à radiofonia nacional, trabalhando em rádios famosas como a Globo e a Tupi, do Rio, e depois a Sociedade da Bahia


S

eu nome verdadeiro é Rui Inácio da Silva, 61 anos, mas ele é mais conhecido pelo nome profissional de Rui Ricardo, que ganhou por volta de 1975, uma vez que era comum apresentar à Polícia Federal à época o nome civil e o artístico. Curioso é que o Rui Ricardo veio por sugestão do então titular da PF em Natal, conta ele. Era uma época em que o rádio mantinha hegemonia e fazia sucesso com seus programas de auditório ou de estúdio. Tipo o Sabatina da Alegria na extinta rádio Poti e o Musishow comandado por aquele que ficaria conhecido publicamente  por Rui Ricardo no mundo da radiofonia nacional. Rui apresentava também o Grande Jornal O Poti junto com colegas como Liênio Trigueiro e Dilson Freire.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Vitória apertada


Presidente brasileira Dilma Roussseff (PT), reeleita, em seu discurso após vitória nas urnas do segundo turno, por margem estreita em torno de 3% sobre o adversário Aécio Neves (PSDB):

"Não acredito que essas eleições tenham dividido o país. Entendo que mobilizaram ideias e emoções às vezes contraditórias, movidas pela busca de um sentimento comum: um futuro melhor para o país".

Saiu-se bem no discurso político.
___________

domingo, 26 de outubro de 2014

É hora da decisão democrática

Terminam aqui as férias deste blog para esperar com grande expectativa o resultado que sairá das urnas deste segundo turno das eleições para presidente da República e governador de Estados que ainda disputam o pleito neste 26 de outubro.

No plano nacional o embate democrático permanece duro, indefinido e parece sem igual em outras disputas presidenciais. Ao menos pelo que apontam as últimas pesquisas de intenção de votos. Dilma (PT) versus Aécio Neves (PSDB) lutam voto a voto pela vitória.

A lógica diz que se for, de fato, o que se configura nas regiões do país, pode se fazer a seguinte análise: se o Norte/Nordeste tiverem peso suficiente para elegerem o novo presidente, quem se reelege é a candidata petista Dilma Rousseff.

Mas se forem as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste que decidirem a campanha, o eleito vai ser, sem dúvida, Aécio Neves. Ou você tem dúvida? As urnas deste domingo vão dizer se essa divisão brasileira é real. Seja qual for o resultado, espero que ocorra democraticamente.

É preciso tomar decisão para se definir por um ou por outro. Se errar agora na escolha do candidato ou candidata, certamente você terá chance de mudar nas próximas eleições, daqui a quatro anos. Mas não anule seu voto porque na prática isso é antidemocrático.

Se você quer a continuidade do que está aí, vota na candidata do PT; no entanto, se você entende que é melhor a alternância de poder, vota no candidato da oposição petista. Entende-se por democracia a alternância de poder. No entanto, a escolha é nossa em voto secreto.

Atoleiro governamental

Ao que parece na história governamental potiguar, nunca um governo em quatro anos deu tão errado, sem conseguir sair da crise financeira ...

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