sexta-feira, 24 de maio de 2019

Fim dos radares

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Inacreditável a notícia que diz "Após cancelar radares fixos, presidente [Jair Bolsonaro] quer fim dos radares móveis". Quer dizer, então, que as estradas ficarão entregues ao caos. Nunca vi se governar desse jeito. Cruz-credo! Logo agora que os acidentes nas rodovias diminuem por conta de medidas como a dos radares nas rodovias.

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Loucura de um presidente

Ainda bem que o presidente Jair Messias Bolsonaro resolveu engatar marcha à ré em sua loucura de licenciar o uso de armas como fuzil para o cidadão comum.

A pressão da sociedade freou a obsessão presidencial de uma das suas prioridades atuais, talvez a mais forte de todas. Liberar fuzil, daqui a pouco por que não canhão para quem quiser e puder.

Bolsonaro e seus filhos são um desastre em ideias para o país. Pensamentos que atrapalham sem dúvida a governança da direita ideológica, que defende a classe dominante.

Este é um governo que não avança, mas que teima no vaivém. Parece cada vez mais apostar no caos, para ver no que termina. Diz uma coisa hoje e amanhã desfaz diante das reações.

Como pode um governo assim seguir em frente? Só o fanatismo doentio, a cegueira e o ódio ao imaginário consegue apoiar um governo sem rumo, sem sintonia com o país, desorientado.

Talvez passe quatro anos e não consiga desmontar o país ao seu modo, porque até isso dá trabalho. Bolsonaro é um problema em vez de ser um governante para a solução dos graves problemas.

Graças a Deus até a direita moderada tem se insurgido contra desmandos do governo bolsonarista. Ninguém é maluco para apoiar tudo que sai da cabeça do clã Bolsonaro. Deu pra se ligar?

terça-feira, 7 de maio de 2019

Urbanismo: devagar, parando

Na missa de domingo (5/05) passado, o padre Nunes (Antônio Nunes de Araújo) fez uma crítica na celebração das 17h, na Igreja São Judas Tadeu, aqui em Natal, que deixou fieis indignados.

São cerca de dois anos que a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo retém um projeto de ampliação da igrejinha local, na comunidade do Jiquí, bairro de Neópolis, onde o padre é responsável pela paróquia local.

Espera até hoje, passado esse tempo, pela licença retida pelo entrave burocrático. Vejam bem que se trata de obra de uma igreja, fez ver o padre Nunes. Talvez "se fosse uma boate" já teriam liberado.

Realmente essa demora é um absurdo, quando tudo que foi exigido está atendido, e se tratando de uma obra de reforma de uma igreja católica.

Afinal, questiona-se: o que estaria por trás de tanta morosidade? Mas não é de agora que tenho ouvido críticas ao trabalho dessa pasta municipal na liberação de licenças.

domingo, 5 de maio de 2019

O que li neste domingo

Parece que Carlos Bolsonaro, o Carluxo, filho mais trabalhoso do presidente Jair Bolsonaro, vai desistir da política mais cedo do que se prevê.

Tem dito a pessoas próximas "que não quer mais saber de política e nem do Rio", conforme li neste domingo na coluna do jornalista Lauro Jardim, de O Globo.

Por sinal, o Flávio, seu irmão, tem falado que Carluxo não disputará a prefeitura do Rio, em 2020, quando se especula o cenário eleitoral do próximo ano.

Se assim ocorrer, o vereador carioca Carlos Bolsonaro está desistindo cedo, sem topar a um novo teste nas urnas.

Carlos pretende até mesmo deixar o Rio e ir morar em Santa Catarina. Boa viagem!

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Isso é despreparo

Francamente! – como diria o velho Brizola em suas críticas aos adversários. Nunca vi na vida republicana que acompanho, um presidente da República tão despreparado como esse da extrema direita brasileira, Jair Bolsonaro. Não acerta uma sequer!

Seja em seu país, seja lá fora, o homem só faz lambança, coisa desastrada, que leva o país ao ridículo. É assim! Depois de criar um clima de desavença aqui dentro, em vez de buscar consenso para as reformas que diz que quer fazer, ressuscita um assunto arquivado que incomoda até o Exército.

Havia necessidade de mandar os quartéis comemorar a ditadura militar, de 31 de março de 1964, triste página virada deste Brasil? Não, só seus fanáticos ideológicos aplaudem tal atitude sem um mínimo de reflexão, responsabilidade e bom senso. Resultado: insuflou uns contra outros.

Cada vez que sai do país para visita ao exterior, deixa o país mal. É de dar gargalhadas se não fosse tão irrisível o que acabou de fazer em Israel. Resultado: desagradou os dois lados daquela região do Oriente Médio, pondo em situação difícil o comércio exterior do Brasil.

Quer dizer, nem mudou a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém, como promessa de campanha e havia reafirmado em seus compromissos, e reduziu sua intenção a um escritório comercial. Resultado: frustrou israelenses e desagradou palestinos.

O que significa isso? Ameaça ao mercado exportador brasileiro de carnes para os muçulmanos. Francamente – vá ser inteligente assim para seus eleitores doentes de fanatismo. Por que abrir feridas no que está cicatrizado, é passado!?

Por que não evitar se meter aonde não deve. O Brasil já tem problemas demais, na segurança pública, na educação, na saúde do povo, entre muitos outros de miséria e fome. Basta de insanidades!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Visões diferentes

Dois pontos de vista diferentes sobre mesmo episódio. Jornalista Ricardo Kotscho entende que acabou "o governo dos Bolsonaros" com exoneração do ministro Gustavo Bebianno. Começa o dos generais  da "turma do Haiti" com mais um general do grupo para o lugar do ex-ministro civil.

Outro jornalista, Jânio de Freitas, diz que "batalhão de generais no governo cresceu, mas seu poder enfraqueceu". O que quer dizer, generais não conseguiram se impor diante do desejo de ver Bebianno se manter no ministério. O capitão Jair Bolsonaro impôs a sua vontade e o ministro caiu.

Assim, optou pela vontade do filho Carlos Bolsonaro desafeto de Bebianno, a quem o chamou de mentiroso e foi endossado pelo pai, presidente da República.

Prevaleceu a decisão de demissão do ex-secretário geral  da Presidência, o que demonstra na prática fortalecimento do poder do presidente.

Os generais do Exército ao menos desta vez não conseguiram emplacar a vontade, a partir do vice Hamilton Mourão. São pontos de vista diferenciados de analistas sobre a mesma questão. O que acontecerá daqui pra frente ninguém sabe.

Para tirar de foco a crise política do Planalto com o caso Bebianno, o governo sem perda de tempo jogou para o Congresso a reforma da Previdência, mesmo ainda sem uma base consolidada na Casa.

Seja como for, vem aí muita discussão e questionamentos com o confronto de interesses até tudo se resolver. Antes o governo vai ter que mostrar articulação política e isso não é missão para generais.

Fim dos radares

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