sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Saúde privada em questão

Nestes tempos de campanha eleitoral para a Presidência da República, um tema é lembrado aos candidatos até mesmo pelas empresas. É o dos planos de saúde que estão se tornando inviáveis.

O setor industrial de forma bem pensada defende que se crie um novo modelo de gestão em saúde privada, que viabilize o gerenciamento, para atendimento e prestação de serviços que tornem os planos, de fato, uma alternativa significante para a população.

Essa é uma das propostas das indústrias aos candidatos à Presidência. O setor diz, por meio de seus representantes, que atualmente o sistema de saúde privado no país incentiva o volume, ou seja, é remunerado pela quantidade de procedimentos e exames.

No entanto, isso não necessariamente promove a qualidade da saúde como prioridade no tratamento de quem usa os planos de saúde.

Além disso, é caro para quem paga pelos serviços. Os custos com planos de saúde coletivos, aqueles oferecidos pelas empresas aos funcionários, podem equivaler até 15% do valor gasto com as folhas de pagamento dos empregados.

Por ser esse o benefício mais valorizado pela classe trabalhadora, as empresas se esforçam para reduzir custos, mas ampliar o número de procedimentos médicos e exames no rol de serviços oferecidos, e na humanização do atendimento.

Eis a questão que tem pesado para as empresas, imagine para quem paga do próprio bolso em contratos por adesão de grupos associados.  

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Policiamento ostensivo

Aqui onde estou, em Fortaleza, terra do candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT), noto uma diferença em segurança pública. O policiamento ostensivo em pontos da capital cearense, como as praias, torna essas áreas mais seguras, em que turistas e o povo da cidade circulam sem medo de assaltos.

Pelo menos nesse ponto, como exemplo cito a praia de Iracema, os banhistas e transeuntes demonstram bastante segurança para cima e para baixo, sem nenhum medo de usar seus celulares. Vejo gente por toda parte caminhando tranquilamente sem problemas. O policiamento garante essa segurança.

Diferentemente de Natal, minha cidade, onde os casos de ocorrências policiais são constantes, até mesmo de homicídios e assaltos à mão armada. Na capital potiguar falta sobretudo efetivo policial suficiente para manter essa ordem de segurança para quem circula em suas praias. Isso é notório.

Aqui em Fortaleza, o policiamento é frequente e intenso por todo o calçadão, com patrulhas de dois, quatro e até oito militares, carros de polícia, Samu e toda a assistência necessária. 

Não é que aqui no Ceará não exista violência. Não estou dizendo isso. Existe principalmente nas áreas periféricas da capital e cidades do interior. O Estado tem muitos problemas de criminalidade em determinadas regiões, basta assistir um desses programas de televisão que trazem essas notícias.

No entanto, posso vos garantir, que há segurança em áreas como praias, centro da cidade e determinados bairros. O índice de criminalidade aí são bem menores do que acontece em Natal, onde a insegurança domina em toda parte da região metropolitana. Tomara que no próximo governo que começa em janeiro, o Estado potiguar melhore essa situação de segurança pública.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

O dólar danou-se

A crise econômica no Brasil de Temer só piora. Agora a moeda americana disparou e já está praticamente a R$ 4,00 (3,99 nesta terça-feira 21, em suas variações para cima e para baixo. O danado é que agora ele só sobe feito foguete em direção ao espaço.

Mesmo que venha perdendo força no mercado exterior, diz a notícia lida numa das mídias de comunicação nacional. Ficou ruim para o mercado de consumo interno para produtos importados, o que deve estimular a alta de preços e concorrer para aumentar a inflação. Sem dúvida, uma coisa tem consequência na outra.

Também ficou péssimo para quem pensa em viajar para o exterior e ainda não se capitalizou com o dólar até o momento. É melhor, talvez, esperar que essa onda alta da moeda passe. E se piorar? Eis aí a questão para ser respondida pelos bam-bam-bam do mercado.

E por que isso está acontecendo? Digo, a alta do dólar no mercado interno? Ora, seria o clima de incerteza eleitoral no Brasil com pesquisa de intenção de votos recente. Há uma indecisão muito grande no eleitorado, que não se sabe no que vai dar depois que as urnas de 7 de outubro forem abertas.

Mercado da Avenida 4

Salvador (BA) tem seu Mercado Modelo, Fortaleza, seu Mercado Central, São Paulo, o Mercadão. São exemplos que Natal ainda não conseguiu s...

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