quinta-feira, 8 de outubro de 2020
A ALTA SEM FREIO
👉Depois de um tempo sem ir ao supermercado fazer compras semanais, por causa do isolamento em relação à pandemia do coronavírus, tomei um susto. Embora já tivesse sido alertado por uma de minhas filhas, que nos substituiu nessa tarefa doméstica, a mim e a sua mãe, de que os preços estavam bombando. De fato, fiquei desapontado com uma economia que se diz de inflação baixa. Para encurtar a conversa, os preços da compra semanal, que antes já eram de inquietação, deram um salto astronômico. O que antes a gente conseguia pagar um tanto menos, aumentou uns R$ 150 por semana. Isso sem acrescentar mais nada do que semanalmente fazemos. As mesmas coisas de sempre e até buscando reduzir uma coisa ou outra. Um verdadeiro absurdo que não se alcança em nenhum salário reajustado. Imagine os não reajustados, como agora, que permanecem anos sem nenhum acréscimo. Mas é exatamente nos salários dos menos aquinhoados da economia neoliberal que o governo Bolsonaro tenta subtrair para compensar o ajuste de suas contas, que não param de crescer. A população parece mais e mais adormecida com a situação.
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