sábado, 28 de fevereiro de 2015

O país das mil maravilhas

Cadê o país dos sonhos que nos prometeram, com taxa de juros baixa, igual a país civilizado, de conta de luz com valor reduzido, de inflação controlada no centro da meta?

E o sonho da pátria educadora, de saúde de qualidade para todos e segurança no combate à violência urbana, às drogas ilícitas e ao contrabando de armas nas fronteiras do país?

Sem falar no sonho de acabar com a corrupção, que espanta o país com escândalos cada vez um maior do que o outro. O governo petista que governa há 12 anos tem decepcionado e andado para trás.

Agora, nesta altura dos acontecimentos, o país é chamado para arcar mais uma vez com o ônus dos desacertos. Daqui para frente é na base do que será, será! Apertem o cinto!

Ah... esses governantes e políticos com suas manobras e descaminhos!!!  

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Bananas de dinamite

Enquanto em Brasília governo de Dilma Rousseff e parlamentares discutem o endurecimento da lei contra o furto de dinheiro em agências bancárias por meio de explosões de caixas eletrônicos, o Rio Grande do Norte dispara na estatística para ocupar principal posição do ranking nacional.

A semana termina com mais uma agência bancária no RN dinamitada. Desta vez quadrilha age no município de São José do Seridó, a 227 km de Natal, crime registrado já na madrugada desta sexta-feira (27).

Autoridades da segurança estão tontas com tanto pipoco por aí afora. Virou rotina nas estatísticas policiais.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

País desconectado

Mesmo diante de uma crise econômica que o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) impõe sacrifícios para a classe trabalhadora, a Câmara dos Deputados parece que não está nem aí. Surpreende a todos nós, aprovando aumento de despesas para beneficiá-los – a eles e suas parceiras.

Como pode tamanha desfaçatez num momento crítico pelo qual passa a nação. Estão de brincadeira esses parlamentares que se dizem representantes do povo. Ou o sacrifício é para todos, ou não se pode levar mesmo a sério esse ajuste fiscal do governo petista.

Como aceitar sacrifícios se o mau exemplo vem de cima? É essa desigualdade sem limites que se torna gritante e rejeitada por parcelas da sociedade que não se calam, como a que vemos agora de greve  dos caminhoneiros nas rodovias. Outros protestos virão pela frente com certeza.

O pacote anual de Suas Excelências terá um impacto econômico de R$ 150,3 milhões, com o aumento das verbas de gabinete e cota de viagens para mulheres de deputados por conta do erário público. O então presidente francês cunhou uma frase que cabe bem ao nosso país: "O Brasil não é um país sério".

De fato, com tais medidas parlamentares não se pode ir muito longe em nenhum esforço econômico que se faça. É muita falta de senso crítico. E a presidente Dilma Rousseff, refém da Casa parlamentar, não esboça sequer uma crítica. Calada!... Isso é Brasil!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Mudança de tempo

Com a aproximação do outono e fim do verão, o tempo começa a dar sinais de mudanças. Ligeiras chuvas à noite e pela madrugada até o amanhecer nublado e com chuvaradas aqui em Natal.

O outono é a estação de transição para o inverno, que pela ótica astronômica, começa lá para 23 de março, enquanto meteorologicamente, inicia-se a partir de março.

Estamos portanto saindo do calor brabo para uma temperatura amena com a chegada do outono, que vai nos preparar para o inverno. Mas será que vamos ter mesmo inverno?

Bem, estudiosos da meteorologia estão aí se reunindo periodicamente para confirmar se as chuvas no semiárido serão normais ou abaixo da média histórica.

Inverno normal

Os estudos mais recentes da meteorologia para o semiárido potiguar dão conta de que houve melhora no resultado em relação à comparação anterior, que previa chuvas abaixo do normal.

Agora, de acordo com o meteorologista potiguar Gilmar Bristot, as chuvas estão mais para normais do que mesmo abaixo da média normal, a partir de março, o que pode interromper o ciclo de três anos de seca.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Mordida boa

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) tem aí um projeto de lei que apresentará em Brasília, segundo a coluna do jornalista Ricardo Boechat na ISTOÉ da semana.

Trata-se da taxação de grandes fortunas no país, muito apropriado para os governos que só sabem meter a mão no dinheiro da classe média brasileira. Jandira é a favor da criação de nove faixas de contribuição, a partir do acúmulo de patrimônio de R$ 4 milhões e a última faixa acima de R$ 150 milhões, diz a notícia.

Segundo a estimativa da parlamentar, a tributação alcançaria 38 mil contribuintes. Então, ainda de acordo com a nota da coluna de Boechat, dos R$ 14 bilhões que esse universo renderia por ano, em torno de R$ 10 bilhões seriam para a saúde pública.

Pois bem, com isso, o governo deixaria a classe média respirar. 

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Vida cara e insegura

Com o preço da gasolina comum custando aqui em Natal R$ 3,34 e a aditivada R$ 3,44 na bomba, não sem variações entre postos de combustíveis, que pode chegar até R$ 0,26 entre um posto e outro, conforme pesquisa do Procon, a reclamação é geral.

Vi agora há pouco no Bom Dia Brasil, por exemplo, que o comportamento da população começa a mudar, em busca de saída para o aumento dos combustíveis. Trocar o carro pela motocicleta é o que já faz muita gente por esse Brasil afora, para consumir menos combustível.

Mas quem não quiser se arriscar em cima de duas rodas, como eu, o jeito é deixar o carro em casa e optar pelo transporte de ônibus em alguns dias da semana. O Brasil passa a viver tempos de carestia neste segundo mandato da petista Dilma Rousseff. Pelo menos até as próximas eleições.
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MAIS DO MESMO das notícias em destaque no portal G1 RN deste início de semana, por sinal, a última de fevereiro: "Quadrilha faz reféns, explode banco e amedrontada moradores em Cerro Corá", e em Natal, a capital, "Agente da Semob é assaltado e morto" – que triste, não é?

Nas regiões metropolitanas e até em cidades interioranas antes pacatas, o crime é cena que se incorporou a rotina do cotidiano urbano. Até quando? Ninguém sabe! Governos (federal e estaduais) ainda não têm uma resposta à altura do combate à violência enraizada país afora.

TRAGÉDIA DA PANDEMIA

Com cerca de 300 mil mortos no Brasil pelo coronavírus, e um recorde em 24 horas de mais de 3.000 óbitos, a pandemia se tornou uma tragédia ...

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