domingo, 6 de outubro de 2013

A opção de Marina pelo PSB

Marina e Campos: boa aliança partidária/Foto ABr
A grande novidade no quadro político nacional deste fim de semana é a opção de Marina Silva pelo PSB do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, depois de negado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a criação de seu partido Rede Sustentabilidade. Com sua filiação ao Partido Socialista Brasileiro, Marina reforça a pré-candidatura presidencial de Campos, o mais bem avaliado governante do país. O neto de Miguel Arraes e os demais potenciais candidatos (Aécio Neves, PSDB; e José Serra, partido indefinido) podem levar a campanha à Presidência da República para o segundo turno. Tudo o que não quer nenhum candidato que lidera as pesquisas de intenções de voto. É o caso da presidente Dilma Rousseff (PT). Com o apoio do partido de Marina, boicotado principalmente pelo PT, a candidatura de Campos pode crescer de agora em diante. As pedras do tabuleiro começam a ser mexidas.  

sábado, 5 de outubro de 2013

Dinheiro para investimento

A expectativa se volta agora para saber como o governo do Rio Grande do Norte vai administrar a grana que está tomando emprestado ao Banco Mundial.

Um montante de 360 milhões de dólares – o equivalente a 792 milhões de reais na cotação do dólar a 2,20 reais. É uma boa grana destinada especificamente a investimentos no Estado.

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) que até aqui só tem falado das dificuldades financeiras de seu governo, com esse dinheiro vai terá a chance de calar a boca e mostrar trabalho.

Mas ela ainda não está satisfeita pelo visto, e quer mais do mesmo banco 180 milhões de dólares, que equivale em torno de 396 milhões de reais.

Porém, para botar a mão nesse outro montante, o banco esperará o que o governo de Rosalba vai fazer com o primeiro empréstimo, cujo contrato foi assinado nesta sexta-feira, 4 de outubro, na sede do banco em Brasília. E aí, sim, poderá ter direito a mais como quer.

Esse dinheiro deve ser aplicado nas ações do projeto "RN Sustentável" nas áreas econômica e social.

Aí entra as cadeias produtivas como turismo, artesanato, mineração, fruticultura, agricultura familiar, carcinicultura, caprinocultura, apicultura, laticínios e pesca.

Outra parte vai para a educação, saúde e segurança pública. Então, dinheiro para investimento o governo está tendo com esse empréstimo, que não pode ser utilizado em custeio administrativo e pagamento de pessoal.

Mas isso não é problema porque, nesse caso, o governo conta com a arrecadação do ICMS e outras fontes de receitas. Quer o que mais, hein?

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Perspectivas de fim ano

O fim de ano que se aproxima apresenta-se sem boas expectativas para a indústria e o varejo. É mau sinal quando o setor industrial anda em queda como acontece ultimamente.

Entramos o último trimestre do ano nesta base. Portanto, diz o Diário Comércio Indústria & Serviços, que "nem a indústria nem o varejo esperam muito das vendas do final de ano".

Estive na quarta-feira, 2 de outubro, numa assembleia-almoço da CDL Natal, sem que, contudo, ainda esse clima fosse externado pelos empresários lojistas daqui.

Há sempre esperança de que dezembro é dezembro e por isso gere vendas acima da média normal do ano. Mas realmente a situação é um tanto preocupante neste fim de ano.

Não é só pelos problemas da economia brasileira, mas também, no caso aqui do Estado do Rio Grande do Norte, pesa outro fator que são as dificuldades financeiras do governo estadual e prefeituras do interior.

O governo do RN, por exemplo, já atrasa até mesmo a folha de pagamento do funcionalismo, e não se sabe o que realmente acontecerá com o 13º salário dos servidores, principal incentivador de vendas.

Por isso, que se acautelem todos, porque além dos tropeços da economia nacional, temos aqui no RN um governo e prefeituras no Estado com sérios problemas de caixa.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Governo: rejeição popular

A governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM), resolveu testar sua popularidade, arriscando num ambiente aparentemente favorável, mas não obteve êxito.

Durante sua fala, Rosalba foi vaiada o tempo todo na cerimônia de formatura de 4,5 mil alunos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec), em Ceará Mirim, município da Grande Natal.

Saiu em seu socorro a presidente Dilma Rousseff (PT), que veio ao Estado nesta quarta-feira, 2 de outubro, para inaugurar três campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRN), nas cidades de Ceará Mirim, São Paulo do Potengi e Canguaretama.

A presidente Dilma Rousseff advertiu: "Nós respeitamos as pessoas". E mais: "A gente pode discordar delas, mas tem de deixá-las dizer o que pensam".

"Vamos respeitar a governadora que está aqui. Isso é feio. Cidadania é respeito. Ninguém respeita quem não se respeita e não respeita os outros", registrou a Agência Brasil.

Nem assim, as vaias cessaram. Uma demonstração pública a quantas anda aqui a popularidade da governadora Rosalba Ciarlini. 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Uma feira da indústria

Em tempo de queda de produção do setor industrial, toda iniciativa funciona como incentivo à retomada do crescimento. Está aí a Fiern anunciando a 1ª Feira Potiguar da Indústria.

Vai ser de 11 a 13 de dezembro no Centro de Convenções de Natal, com apoio da Cosern e do Sebrae, este último coordenará a rodada de negócios que haverá durante o evento.

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte confirma a participação da Associação Paulista de Supermercados (Apas).

Essa feira vai reunir empresas de várias especialidades, serviços e instituições, diz a Fiern.

Na realidade, uma diversidade de setores com o propósito de fazer o grande diferencial para aproximar empresários, agentes financeiros e clientes em potencial.

O evento é considerado uma grande oportunidade para estreitar relações institucionais e comerciais entre diversos ramos da indústria.

Assim, agregará  mais importância e destaque para as empresas expositoras. Esta é a intenção de seus organizadores transmitida à mídia.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Tanques de Santos Reis

Desde quando eu era repórter da Tribuna do Norte, aqui em Natal, nos anos de 1970 por aí, já ouvia falar nessa luta dos moradores do bairro de Santos Reis pela retirada dos tanques de combustíveis da Petrobras.

Só agora vejo que ela começa a virar realidade dos nossos dias, para alívio da população do velho bairro. A população, com toda a razão, temia que acontecesse uma explosão.

Felizmente, fato que nunca aconteceu, mas não estava descartado o perigo, já que a população convivia com os tanques da Petrobras Distribuidora nesse bairro residencial da zona leste natalense.

Esses tanques, conforme ouvi pelo noticiário, foram instalados no bairro desde a década de 40. O carregamento de combustíveis chegava ao local em navios petroleiros pelo Porto de Natal, que fica vizinho.

Agora, com a desativação da tancagem, a gasolina, o diesel e o álcool terão que chegar aqui por transporte rodoviário. Cerca de 100 caminhões-tanque deverão fazer o transporte de Recife diariamente.

Essa é a estimativa informada pela Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), que administra o porto. Por falar em porto, fica-se sabendo que este vai arcar prejuízo com a mudança de local dos tanques.

Seria algo em torno de 100 mil reais mensais. No entanto, para amenizar as perdas, a Codern tenta ainda entendimento com a Petrobras.

A alternativa seria deixar um dos tanques no mesmo local para abastecer os navios, uma vez que haverá maior movimentação com a entrada em funcionamento do Terminal Marítimo de Passageiros de Natal.

Começou em julho o processo de desmontagem e só deverá ser concluído em junho do próximo ano.

Enquanto isso, a comunidade de Santos Reis espera que na área, cujo terreno pertence à Aeronáutica e à Marinha, a prefeitura aproveite em benefício da população do bairro.

Outra questão é se a mudança da unidade da Petrobras Distribuidora implicará no custo dos combustíveis? A princípio, parece óbvio, já que o novo local é o Polo Industrial de Guamaré, distante 180 km de Natal.

TRAGÉDIA DA PANDEMIA

Com cerca de 300 mil mortos no Brasil pelo coronavírus, e um recorde em 24 horas de mais de 3.000 óbitos, a pandemia se tornou uma tragédia ...

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