quarta-feira, 17 de março de 2021
REPROVAÇÃO
quinta-feira, 11 de março de 2021
VALE A PENA LER
terça-feira, 27 de outubro de 2020
SE COLAR, COLOU!
O ensaio cheirou a golpe. Fazer uma constituição para se adequar, certamente, aos interesses do governo Bolsonaro. Tal ideia foi de imediato rejeitada grandemente pelas representações da sociedade brasileira, que viram na proposta algo desnecessário.
Primeiro, porque são duas realidades diferentes: Brasil e Chile. Situações incomparáveis. O Brasil tem uma Constituição de 1988, pós-governo da ditadura militar, já elaborada com vistas ao processo democrático. O Chile não. Lá, a Constituição é antiga e vem da época do então ditador Augusto Pinochet, que estabeleceu no país uma ditadura sanguinária após derrubada do governo Salvador Allende.
Portanto, o Chile já estava mais do que em tempo de escrever uma nova Constituição. As forças progressistas de lá reivindicaram e avançaram nessa brilhante vitória. Aqui, no Brasil, o caminho que se deve tomar para o aperfeiçoamento é outro. Tal coisa é possível por meio de emendas constitucionais, caso seja, verdadeiramente, isso que se queira.segunda-feira, 12 de outubro de 2020
RADIALISTAS E O RÁDIO
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| Na foto José Eudo em postagem de Guto Castro |
Desde menino, admirei os comunicadores do rádio. Queria até ser um deles. Não fui mas cheguei muito perto. Terminei optando pelo jornalismo impresso, que na época era bem mais prestigiado do que hoje. Não havia ainda a televisão. Só o rádio e o jornal de papel, assim como as revistas. Mas falar pelo rádio e manter um programa, eu achava o máximo. E ainda acho. Digo que cheguei perto de ser um comunicador de rádio, porque participava de programa que transmitia notícias do dia a dia e comentava com um apresentador e colegas repórteres de jornal que apuravam fatos pautados. O programa era Panorama Político, apresentado diariamente por Agnelo Alves.
Eu achava que não tinha boa dicção nem era desenrolado para o rádio. Agnelo nos convocava no comecinho da noite para ir a seu programa, mas eu ia a força, por obrigação profissional. Devia ter aproveitado a oportunidade para ser um José Eudo Câmara, que tem minha admiração pelos seus 46 anos de jornada no rádio, ou quem sabe, um Antônio Carlos, hoje na Rádio Tupi, com seu show (o Show do Antônio Carlos), antes na Rádio Globo.
Ficava horas escutando comunicadores de minha época de menino, como ainda me lembro, Miguel Bezerra, na Rádio Cabugi, às seis horas da manhã, com o Acorda Natal. Ou José Antônio, na Rádio Nordeste. Ia também, ainda adolescente, até a Rádio Poti aqui de Natal, no bairro de Petrópolis, só para ouvir o locutor do horário dizer pelo microfone: "Rádio Poti, Natal, Brasil". Eu tinha e tenho fascinação pelo rádio.
Ainda não esqueci quando alguém me disse que admirava minha voz no rádio. Achei que estava me ironizando. Mas não devia ter perdido a oportunidade que me foi dada, com o jornalista José Wilde que me quis por lá, e deu sinal que não gostou quando deixei para fazer assessoria de imprensa. Ficou a lição: na vida não se deve queimar oportunidade. Poderia ter sido jornalista de jornal e do rádio. Por que não? Parabéns contemporâneo José Eudo!
quinta-feira, 8 de outubro de 2020
A ALTA SEM FREIO
domingo, 20 de setembro de 2020
ISSO VAI PEGAR MAL
A partir agora de setembro, o auxílio já cai para a metade do valor, R$ 300, e em dezembro acaba-se de vez e fica só o Bolso Família. A reportagem de Manoel Ventura nos diz que "as mensagens confusas do Renda Brasil, chamado por muitos de 'Renda Brasília', e a alta dos produtos da cesta básica alimentam o medo do fim dos benefícios."
Rogai por nós! Não é pra menos! O governo Bolsonaro diz que não tem condições de manter permanentemente um programa desse alto custo. E é verdade, nas condições econômicas que o Brasil se encontra desde antes da pandemia do coronavírus. Agora, só piorou.
Porém, pode-se também questionar: se o país suporta tanto desperdício financeiro com valores astronômicos sumindo pelos ralos da corrupção até hoje, como não se esforçar para manter um benefício mais justo para os que passam fome e outras necessidades por este Brasil afora? Um programa de renda mínima como já há muito tempo sugeriu o petista, ex-senador Eduardo Suplicy e o PT de Lula criou o conhecido Bolsa Família! Não precisa nem mudar de nome, mas de valor a ser pago.
É hora deste governo ou outro fazer mais pelos pobres e menos pelos ricos. Mas é claro, com critérios rigorosíssimos para não virar engodo eleitoreiro. O auxílio emergencial da pandemia teve muitas falhas nesse sentido. Há pessoas que se inscreveram e recebem sem necessidade.
Justiça se faça, o cadastramento do Bolsa Família é muito mais confiável.
TRAGÉDIA DA PANDEMIA
Com cerca de 300 mil mortos no Brasil pelo coronavírus, e um recorde em 24 horas de mais de 3.000 óbitos, a pandemia se tornou uma tragédia ...
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