segunda-feira, 28 de agosto de 2017

LEMBRANÇAS Só as boas nos interessa

Começo a semana deixando de lado questões políticas, econômicas e sociais. É para reviver um pouco o passado da vida pessoal. Arrisco sem saber se sei dissertar nesse campo. Mas vou tentar!

Há coisas que vivemos, passamos e talvez nunca mais voltaremos a vivê-las, pelo menos do mesmo modo. Boas ou ruins se foram, só nos resta a lembrança.

É certo que os momentos bons, as lembranças nos traz de volta; já os que não nos agradou, tentamos enterrá-los em nossa memória, espécie de arquivo morto, que não interessa revirá-lo.

Digo isso ao lembrar das minhas idas à cidade de Jundiaí (foto), São Paulo, que faz um ano da última que estive por lá. Era um mês de inverno, julho de 2016, de muito frio para os padrões daqui do Nordeste.

Ia eu e minha mulher Francisca das Chagas (Chaguinha). Passávamos semanas em nossas viagens de visita ao nosso filho Lívio S. Costa que fazia residência médica. Terminada a especialização, ele se mudou para Fortaleza-CE, por opção pessoal e profissional.

Fiquei com saudades de Jundiaí, onde mora um casal conterrâneo amigo, Geraldo Magela/Geozenira, que nos fez companhia em nossas saídas para nos divertirmos, fosse de dia ou de noite. Temos, inclusive, convite deles para voltarmos lá.

O certo é que o tempo passa e vez por outra boas lembranças nos batem. Dias em que eu descia e subia ladeiras, protegendo-me contra o frio, a caminho do shopping mais próximo. Era a hora da visita à livraria e depois tomar um ou dois chopes para entretimento.

Pelas ruazinhas tranquilas de Jundiaí, lá ia eu, várias vezes sozinho. Recordações nada especiais. Coisas simples, modestas e sem detalhes vaidosos.

Talvez o que mais me fez gostar de Jundiaí, uma cidade dormitório da capital São Paulo, é a tranquilidade com que se pode caminhar por suas ruas e praças. Podermos tomar um ônibus para destinos curtos a qualquer ponto urbano.

Uma criminalidade, que apesar de ser cidade brasileira, não tem nível alarmante de crimes em áreas centrais e nobres. O transito é calmo, a despeito de que o município tem uma população em torno de 400 mil habitantes, e está a 57,7 km de distância da capital.

É o 15º município paulista mais populoso e o 7º maior fora da Grande São Paulo. É também o 7º mais rico do Estado e exibe um índice de desenvolvimento humano alto de 0,822, que eleva a cidade à 11ª melhor posição do Brasil e a 4ª melhor do Estado de SP.

Experimentar uma qualidade de vida assim é viver melhor sem dúvida. O Brasil tem muito a nos mostrar e que ainda não conhecemos para valorizar, sem precisar sair do nosso território.

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