sexta-feira, 8 de junho de 2018

Fé e esperança reanimam

Por mais que a situação seja desanimadora, não podemos perder a esperança. É bom repetir aquela saiba expressão surrada, muito ouvida, que "a esperança é a última a morrer". De fato, sem essa virtude não há a fé que necessitamos para mover a vida.

Digo isso, pensando aqui com meus botões, como mudar este país, nosso Estado, esta cidade em que vivemos, diante de tantos problemas graves com que nos deparamos. Eleições aí a vista são sem dúvida boa oportunidade de transformação. Basta ter autocrítica, o que não é fácil.

As pessoas não pensam como eu penso, como você pensa. Geralmente, têm visão de vida diferente. Isso não quer dizer que eu ou qualquer outra pessoa pensem sempre certos. Erramos. O erro é comum ao ser humano. Mas poderemos pensar aproximados que nos leve para o bem comum.

Gestões municipais, estaduais e nacionais que gerem boas escolas, melhores hospitais, segurança  pública de qualidade, enfim, marcharmos para uma civilização do bem coletivo, do bem estar e da prosperidade. Com mais oportunidades de emprego e renda, habitação e menos desigualdades.

A falta de autocrítica gera individualismo, desonestidade, corrupção e criminalidade. Por isso, sempre é bom lembrar: ponha a mão na consciência para transformar seu modo de pensar e agir.

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