terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Sob ameaça de estiagem

Depois da saraivada de medidas amargas do governo Dilma Rousseff (PT), com aumento de impostos, mais notícia desanimadora recebemos aqui no Nordeste. As chuvas deste ano no semiárido devem ficar abaixo do normal, configurando-se se assim ocorrer em mais um ano de seca.

A previsão saiu de um encontro de meteorologistas do Nordeste reunidos em Fortaleza para estudar o clima. Nesse contexto de mais uma estiagem prolongada está o Rio Grande do Norte que já sofre com os reservatórios hídricos (barragens, açudes e poços) desabastecidos.

Amargar mais um ano de poucas chuvas que não encham os reservatórios vai ser um deus-nos-acuda por aí afora, aliás como já tem sido em municípios do semiárido potiguar. Muitos municípios são atendidos por carros-pipa pagos pelo poder público para atender populações.

Só resta a esperança de que esse prognóstico mude no próximo mês, quando especialistas no tempo voltam a se reunir para confirmar ou alterar as conclusões de seus estudos. Pelo andar da carruagem este 2015 começou mal com muitas notícias desfavoráveis ao bom andamento das coisas.

Se as precipitações pluviométricas não vierem normais nos próximos três meses, quer dizer de fevereiro a abril, o que será dos 150 municípios que estão inseridos no semiárido potiguar do total de 167 do Estado? Ainda mais com uma economia que não vai bem no país e governos em  dificuldades.

Por aqui já vamos para uns quatro ou cinco anos sem bom inverno. É um ciclo de secas que compromete cada vez mais o desempenho do setor agrícola e a sobrevivência de humanos assim como de  rebanhos. É pedir aos santos para que nos poupe de mais um ano de seca.

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