segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Um ano nada fácil

Quem pensou que seria fácil o ano de 2015, ledo engano. Começou o jogo bruto do governo do PT para atender suas necessidades de arrecadação. De uma tacada só o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anunciou impostos sobre o crédito e os combustíveis, sem dó e piedade.

Alterou as alíquotas do PIS/Cofins, da Cide e do IOF, conforme está anunciando toda a mídia televisiva, de internet e radiofônica. Nesta terça-feira (20) vai ser a vez da mídia impressa com suas manchetes de primeira página, estampando aos quatro cantos do país as medidas do governo Dilma Rousseff.

Com esse pacote de medidas o governo estima elevar a arrecadação em R$ 20 bilhões.  É arrocho muito que vem por aí para tentar pôr o país nos trilhos. Obviamente, que isso refletirá nos preços em geral, com aumento de combustíveis e de mercadorias do comércio.

É também mais inflação corroendo nossos ganhos, pois uma coisa tem consequência em outra. Juros altos já temos para o crédito e consumo, que deve continuar subindo. Como se não bastasse toda essa penca de coisas ruins na economia, a energia elétrica vai subir e é logo.

Nem por isso deve evitar os apagões das redes de transmissão como o que ocorreu nesta segunda-feira (19) nas regiões Norte e Sul. Muita demanda energética para pouca oferta em horários de pico, apesar da hora de verão em vigor desde 19 de outubro nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

É o Brasil de um passo a frente e dois para trás. Assim caminhamos não sei até aonde. São 12 anos de PT no governo que não consegue nos dar sequer mais esperança e otimismo. Dá até vontade de cantar aquela música bem conhecida do Zeca Pagodinho: E deixa vida me levar – vida leva eu!

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